
Mais uma vez, abrimos o jornal para ler argumentos rasos e inconsistentes de um ministro. Agora, é o da Infraestrutura, que abandona sua missão constitucional para, praticamente, “advogar” em favor da exploração de petróleo na foz do rio Amazonas, sem levar em consideração a legislação ambiental da qual deveria ser um dos guardiões.