
“Não podemos deixar que caia no esquecimento! Tivemos 270 vítimas diretas, mas as mortes simbólicas seguem produzindo estragos. A cidade adoeceu: sua população tem consumido mais ansiolíticos; aumentaram os casos de suicídio. Há muito por fazer e o sentimento é de desolação. Todos queremos que o devido processo legal seja cumprindo e que, ao final, faça-se Justiça! Também, que não tenhamos outros episódios de dor como o de Brumadinho”, comenta Contarato.








